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O LIVRO ANTIGO É LIXO?

OS LIVROS ANTIGOS E RAROS ATRAEM CADA VEZ MAIOR INTERESSE, NÃO APENAS AO GRUPO DAQUELES QUE ENTENDEM O SEU SIGNIFICADO E IMPORTÂNCIA. OS "SEBOS" não parar de ampliar os seus negócios. Mesmo na era digital, a busca por livros raros, com edição esgotada, ou simplesmente antigos, é intensa. A amazon.com, maior biblioteca virtual do mundo, possui uma seção somente para este tipo de negócio. Na sede da SBOT convivem lado a lado a biblioteca virtual e uma rica coletânea de livros ortopédicos nacionais já raros assinados por Dagmar Chaves, Flávio Pires de Camargo, para citar alguns.

No IOT, Passo Fundo, RS, existem bibliotecas - a atual e a histórica. Localizadas em locais separados. A primeira reúne textos e revistas recentes e serve para atualização do corpo clínico - instrutores, fellows, residentes, estagiários. Já a segunda reúne uma rica variedade de texto clássicos e revistas com mais de 10 anos e serve para pesquisa e resgate histórico. São quase 1.000 volumes de valor inestimável. Osvandré Lech, chefe da Residência Médica da instituição costuma iniciar as suas aulas com este resgate histórico. "As novas gerações não têm ideia de que a maioria das técnicas cirúrgicas apresentadas como modernas possuem descrições muito assemelhadas há 40 - 80 anos". Sob nova roupagem, tais técnicas e descrições atravessam o tempo. "Antes de afirmar que a descrição de uma patologia ou técnica cirúrgica pertence a algum autor contemporâneo, convém checar a bibliografia europeia do século XIX e XX - as semelhanças não são meras coincidências". A introdução do artroscópio foi da década de 30 e as próteses de ombro era realizadas na França e Argentina bem antes de descrição de Charles Neer no início dos anos 50, exemplifica Lech. Ao conhecer livros ortopédicos de diferentes épocas é possível avaliar os desafios daquele período. No século XIX a reconstrução tecidual era quase inexistente devido à infecção; foi a fase áurea das amputações e aniquiloses. No início do século XX todo o bom artigo de ortopedia possuía imagens de RX devido à formidável descoberta de Willian Roentgen. Nos anos 20-30 os autores discutiam as possíveis intoxicações teciduais causadas pelos recém descobertos produtos químicos. Com a introdução dos antibióticos, deu-se início à fase dos implantes. A partir dos anos 70, o método de tratar as fraturas transformou-se do gesso e imobilização para fixação interna rígida e imediata mobilidade articular. A partir dos anos 80, a cirurgia minimamente invasiva. Neste novo milênio estamos frente à nova revolução na ortopedia - o domínio da genética. A leitura de livros raros e antigos nos permite entender os fatos em perspectiva, pondera Osvandré Lech. (Revista SOT-RS, 2006)




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